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sexta-feira, 4 de maio de 2012

O TIOZÃO



by Ksdopassivors

Estava com 22 anos e morava sozinho em um apartamento de um quarto no centro de uma cidade bem movimentada. Relatei anteriormente o caso que mantinha com o montador de móveis de uma loja chamado Fernando. Nos encontravamos sempre no meu apartamento pelo menos uma vez na semana. No prédio havia muitos estudantes e repúblicas e o condomínio ficava quase vazio nas férias da faculdade e era cuidado por um zelador muito atencioso chamado Luiz, que tinha uns 40 anos e estava sempre disposto a ajudar, mesmo sem falar muito. Ele morava num quarto que ficava no fundo da garagem, bem distante da entrada e do movimento do prédio. Muitas vezes tive que falar com ele e tinha atravessar a garagem toda, quase sempre escura para chegar ao seu quarto. Num Sábado de muito calor, no final da tarde, cheguei ao prédio e Luiz estava no hall, me cumprimentou e falou que só tinha 3 moradores no prédio, todos os demais estavam viajando, então ele deixaria a porta de entrada trancada e o portão da garagem travado e desligado. Disse que já tinha falado com o síndico, que todos chamavam de tiozão, e estava combinado assim. Não sabia por que chamavam o síndico assim, pois ele tinha pouco mais de 1 metro e sessenta e era magro, talvez por cuidar dos estudantes do prédio e pela idade que beirava os 50 anos. Subi para tomar um banho pelo calor e percebi que não tinha água no meu apartamento. Liguei pelo interfone para o Luiz, mas não atendeu, então desci e tive que ir até o quarto dele atravessando a garagem. A janela que dava para a garagem estava entreaberta e afastando a cortina chamei por ele. Luiz abriu a porta e falei para ele que estava sem água e ele falou que iria voltar só no meio da noite, pois a caixa havia sido limpa e estava enchendo muito devagar, mas que no banheiro dele tinha água e que poderia tomar banho ali se quisesse. Aceitei e fui pegar minhas coisas no meu apartamento. Na volta ele estava esperando e perguntou se meu amigo viria me visitar na noite e se poderia brincar com a gente. Fiquei sem ação e então perguntei como ele sabia. Ele então me disse que um dia eu tinha deixado aporta sem fechar direito e ficou encostada, daí ele tinha dado uma espiadinha e me viu chupando o Fernando. Daí ele ficou bem quieto só olhando pela fresta da porta e que estava esperando para falar comigo. Disse que tinha sido dois dias na ultima visita do Fernando. Perguntei se ele tinha falado pra alguém e me respondeu que se eu desse para ele também não contaria nada pra ninguém. Topei o acordo, mas pedi para tomar um banho, pois estava todo suado. Ele foi comigo ao banheiro e fomos juntos para o banho. Ele era bem peludo, tinha um corpo normal, com uma barriguinha e um pau de 16 cm normal. Ele ficava sempre me cochando e esfregando seu pau duro na minha bunda lisinha e molhada. Passei condicionador no meu rego e ele encostou seu pau no meu anel e empurrou numa só estocada os 16 cm. Senti uma dorzinha leve e ele já saiu estocando forte segurando minha cintura e falando que estava louco pra comer minha bunda. Logo ele estava gozando no meu reto e me enchendo de porra que estava bem quente e dava até pra sentir os jatos inundando meu cuzinho. Ele tirou seu pau e então escorreu um volume grande de esperma pelas minhas pernas. Terminamos o banho e fui para o meu apartamento, mas Luiz falou que no outro dia iria me comer de novo e que queria que eu chupasse até ele esporrar. Eu não tinha gostado muito, mas tive que aceitar senão ele iria contar para outros e daí seria um problema com os amigos e colegas.

Atravessei a garagem em direção ao hall e encontrei o tiozão esperando o elevador. Ele me perguntou se tinha falado com o Luiz e se ainda estava sem água. Respondí que tinha tomado banho lá no apartamento dele, pois tinha água e que ele tinha me falado das trancas nas portas e que estávamos com apenas 3 apartamentos ocupados naquele final de semana. Ele me falou que a esposa dele tinha viajado também e que ele estava sozinho e que poderia jantar com ele se eu estivesse afim. Como não tinha muito que fazer, aceitei. Fomos ao meu apartamento deixar minhas coisas e depois subimos até o seu apartamento que era no ultimo andar. Ele estava mais simpático do que costume e falava sobre vários assuntos. Me disse que era bancário aposentado e que tinha 52 anos, era de São Paulo e que morava ali desde os 30 anos. Jantamos e ficamos olhando TV, tomando cerveja e conversando. Perguntei por que todos o chamavam de tiozão e ele riu e disse que uns eram tios, outros tiozinhos e ele era tiozão. Falei que ele não era alto ou forte para ser chamado assim, então ele riu e disse que era por outra coisa grande que ele ganhou o apelido. Fiquei quieto e ele riu, levantou e trouxe mais uma cerveja. Perguntou se eu não queria ver uns filmes de putaria que ele tinha escondido e aceitei. Ele apagou a luz e ligou o DVD com a TV de 54 polegadas que iluminava bem a sala. Era um filme étero e iniciava com uma cena em que 4 caras pausudões pegavam uma e detonavam ela de todos os jeitos e enchiam a boca dela de porra. Ele comentava as cenas sempre admirando quando um dos caras metia no cuzinho, comentando que queria muito uma que agüentasse assim na bundinha, pois ele gostava de comer assim. Eu comentava mais discretamente e dizia que os caras eram muito pausudos mesmo. Na cena seguinte três morenos comem uma e fazem DP anal nela e eu comentei que não entendia como ela agüentava aqueles cavalos metendo juntos no cuzinho e ele apenas falou que era jeitinho. Fiquei olhando a cena (me imaginando no lugar dela é claro) e quando olhei para o lado tomei um susto. Tiozão estava com o pau duro em riste e batendo uma punheta bem devagar. Ele disse que aquele era o motivo do apelido, um pau de 24x18 cm. Comentei que realmente era muito grande, parecia o dos atores do filme e ele disse que só precisava de uma bundinha para fazer um filme também. Riu e perguntou se eu não queria ser a bundinha dele. Disse que metia com jeitinho e que iria adorar. Tentei desconversar, mas ele voltou ao assunto, perguntando se estava bom o banho com o Luiz e que sabia fazer melhor que ele que não dava a menor atenção, apenas metia e pronto. Disse que tinha descido para falar com ele e nos viu no banheiro e que ficou louco de tesão para me comer, pois tinha um corpão gostoso e uma bunda bem redondinha como as do filme e que tinha o apelido tiozão não só pelo pau descomunal, mas também porque gostava de carinhas novinhos como eu. Fiquei nervoso, então ele pegou minha mão e levou até seu mastro para que eu masturbasse devagar e me acalmasse. Era muito grosso e minha mão mal fazia a volta. Estava duro e quente e logo estava ajoelhado entre suas pernas com as duas mãos no seu pausão. Ele suspirava, gemia e elogiava meus carinhos. Tirei a roupa dele e ele me pediu para ficar em pé e tirar a roupa devagar de costas para ele. Fiquei de frente para a TV vendo agora um negro comendo o cuzinho de uma loirinha de quatro no sofá e outro sendo chupado em pé. Tiozão falou que daqui a pouco estaria metendo em mim assim, de 4 no sofá, me segurou pelas nádegas e começou a beijar minha bunda, chamando de gostoso, puto, tesudo, cheiroso e que deixava ele louco de tesão. Me ajoelhei entre suas pernas novamente e comecei a chupar seu pau. A glande era pontuda e era mais fina que o resto e foi fácil de engolir até a metade, depois sua tora ficava bem grossa até a base. Chupei uns 10 minutos e ele sempre gemendo e suspirando pediu para que ficasse de franguinho no sofá. Pegou gel numa gaveta, encheu seu pau com ele, colocou um pouco no meu anel e mais na cabeça de sua bazuca, segurou minhas pernas bem elevadas e encostou a glande. Foi empurrando bem devagar e eu senti cada centímetro arrombando meu esfíncter e reto que já estava lubrificado pela porra do Luiz. Ele meteu até a metade que era mais grossa e tirou devagarzinho, colocou mais gel no meu cu que agora estava arrombado e no seu pau. Colocou novamente e foi forçando um pouco mais para entrar cada polegada dos seus 24 cm. Parava, esperava e latejava seu pau para me dilatar mais. Levou cerca de 20 minutos para entrar todinho. Levei minha mão até suas bolas e elas estavam encostadas na minha bunda. Não senti dor nenhuma e ele começou os movimentos de entra e sai bem lentos e foi aumentando com meus pedidos de mais. Estava delicioso e me senti como as mulheres daquele filme com uma tora dura, enorme e quente alargando definitivamente minhas pregas. Gozei forte na minha barriga e ele seguiu os movimentos mais fortes até anunciar a esporrada. Ele tirou e pediu que fosse como no filme, tudinho na boca. Fiquei ajoelhado e ele punhetou uns segundos antes de derramar seu leite quente na minha boca em jatos grossos e quentes. Ainda com seu suco na boca chupei a glande para tirar as ultimas gotas daquele gozo delicioso e bebi tudo. Realizei a vontade daquele macho tesudo naquela noite e fiz exatamente o filme que ele queria e muitas vezes mais ele foi me visitar, com a aprovação total da esposa que sabia de tudo e me emprestava o Tiozão para que eu fizesse com ele o que ele adorava e ela não gostava. As vezes Fernando participava, mas nunca fizemos uma DP, pois eram grossos demais para mim, mas adorava receber o gozo dos dois na minha boca e fazia isso a noite toda. Quanto ao Luiz, perdeu o emprego na mesma semana e nunca mais o vi.

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